Aconteceu no VI Parangolé da Cultura

porLeticia Abreu

Aconteceu no VI Parangolé da Cultura

Mais uma edição do Parangolé da Cultura na Universidade aconteceu no último dia 26. Dessa vez, o foco foi a Persistência das Atividades Culturais na Pesquisa e na Pós-Graduação e nossos convidados foram Caio Meira, Assessor da Presidência da FAPERJ; Adriana Schneider, Superintendente de Difusão Cultural do Fórum de Ciência e Cultura; André Bufoni, Coordenador de Pós-Graduação do CCJE; Orlando Santos Jr, Diretor do IPPUR; Martha Castilho, Diretora Adjunta de Pós-Graduação do IE e Letícia Casotti, Coordenadora de Centro de Estudos em Consumo do COPPEAD.

Orlando Santos Jr, Diretor do IPPUR | Foto: Bira Soares

Para esses professores, a atividade cultural na pós-graduação não é só uma questão de fruição, é também uma ação de manutenção de saúde dos estudantes. No caso da pesquisa, as atividades culturais atuam na alteração dos significados não só dos pesquisadores – como, se haver divulgação científica do que foi produzido, altera também os da sociedade de modo geral. Foi lembrado pelo representante da FAPERJ que as áreas de ciências humanas, sociais e artes solicita pouco a composição de editais específicos, o que é hábito comum para as áreas de saúde e tecnologia.

As atividades culturais também redimensionam a perspectiva do uso dos espaços na universidade. É preciso valorizar o uso dos espaços construídos para esse fim, como reconhecer que os corredores, escadas e elevadores são também lugares potentes para a manifestação e difusão das artes.

Martha Castilho, Diretora Adjunta de Pós-Graduação do IE |Foto: Bira Soares

As atividades culturais – não só atividades artísticas ou recreativas – vão um pouco mais além do que essa circunscrição, que tem reconhecimento comum. Assim, para as atividades culturais importa a mudança de significado e a alteração da frequência dos repertórios. É, dessa forma, ação como contraparte da extensão, bem como da graduação e da pós-graduação. Os seus métodos de abordagens, os estabelecimentos de planos e de ações, público-alvo, contudo, são sempre mais próximos dos mesmos indicadores da extensão. Isso talvez se deva ao fato de que um dos elementos da extensão é também a comunicação de conhecimento. E, portanto, de alteração de significado.

Como os assuntos dessa importância não se esgotam com uma rodada de conversa. Se afirmou a necessidade de manutenção das conexões e diálogos a esse respeito.

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Leticia Abreu editor